O negócio do livro precisa se reinventar no ano de 2019

G1
Luciano Trigo
31/12/2019

O ano de 2018 termina com o mercado editorial brasileiro afundado em uma grave crise, e nessas horas convém recorrer ao lugar-comum: crises são oportunidades. É preciso também desenvolver estratégias mais eficazes de migração para o meio digital. A tela e o papel podem ser complementares, e não concorrentes, mas isso só acontecerá quando se explorarem de forma inteligente as especificidades de cada suporte, de maneira a enriquecer a experiência da leitura. Livros digitais não podem ser somente o decalque do livro impresso, e livros impressos devem oferecer mais que texto. Em um e outro caso, é preciso aprimorar a distribuição e facilitar o acesso. O que importa é que o livro –físico ou digital– volte ao centro das atenções das empresas do setor.
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